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Em toda conta de energia elétrica, há um imposto impactante que é o ICMS. Este imposto é estadual, portanto, a análise tributária da conta de energia aqui descrita poderá mudar se seu estado não for o Rio de Janeiro, estado considerado na análise. No entanto, o mesmo cálculo e metodologia pode ser aplicado a outro estado da federação para cálculo final dos tributos embutidos em sua conta de energia elétrica.

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Quem já teve oportunidade de ler "Vale a pena gerar energia solar no brasil? (Parte I)", este artigo do Doutor em Engenharia Elétrica pela universidade do Texas, Dr. Robert Dares e este artigo de Jon Winer refletem muito bem o que temos discutindo durante a última semana aqui no Blog do Wendel.

Estes dois artigos retratam que o preço da energia solar instalada está caindo significativamente há pelo menos 6 anos (desde 2010) no EUA e no mundo.

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Atenção: Com o novo RECON-LIGHT de Novembro de 2016 - alguns dados expressos aqui podem estar imprecisos. Sempre confirme os dados e as tabelas diretamente no RECON-Light-BT mais atualizado possível.

Texto baseado em Palestra feita na ETERJ - Escola Técnica do Rio de Janeiro, dia 30 de maio de 2016.

Darei continuidade a esta série a medida que for aparecendo tempo. Se houver algum colaborador ou doador do site que esteja interessado no assunto, por favor, entre em contato que darei prioridade a esta série. Caso ocorra qualquer dúvida, se você é do Rio de Janeiro, o RECON-BT da Light é o melhor documento para saná-la. Consulte os regulamentos da sua concessionária local.

Para conferir a parte 1 desta série, clique aqui.

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Em artigo anterior, na Parte I, falamos sobre a parte burocrática e sobre as normas que envolvem a geração de energia solar no Brasil. Definimos qual a relação prevista em resolução normativa da ANEEL entre microgeradores e a concessionária local de energia (distribuidora de energia). Hoje vamos mais para a parte técnica. Vamos conhecer os sistemas, analisar plantas solares, avaliar a influencia do sol, analisar a evolução tecnológica e tentar inferir sobre custos de aquisição e análise sobre viabilidade. Como o assunto é vasto, e caso este artigo fique muito grande, subdividirei numa Parte III do referido assunto.

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Atenção: Com o novo RECON-LIGHT de Novembro de 2016 - alguns dados expressos aqui podem estar imprecisos. Sempre confirme os dados e as tabelas diretamente no RECON-Light-BT mais atualizado possível.

Primeira parte de Palestra feita na ETERJ - Escola Técnica do Rio de Janeiro, dia 30 de maio de 2016.

Darei continuidade a esta série a medida que for aparecendo tempo. Se houver algum colaborador ou doador do site que esteja interessado no assunto, por favor, entre em contato que darei prioridade a esta série. Caso ocorra qualquer dúvida, se você é do Rio de Janeiro, o RECON-BT da Light é o melhor documento para saná-la. Consulte os regulamentos da sua concessionária local.


1 – Introdução

O Padrão de Energia Elétrica ou Padrão de Entrada de Energia Elétrica é um tema pouco desenvolvido na literatura especializada. Isso se dá por conta de cada concessionária ter normas próprias para instalação e aprovação do padrão de entrada. Na Light S.A, concessionária de energia elétrica do Rio de Janeiro, este documento é chamado de RECON-BT (Regulamentação para fornecimento de energia elétrica a consumidores em Baixa Tensão). Neste trabalho, será desenvolvido aspectos relacionados aos tipos de instalação do padrão de entrada, ao cálculo de carga e demanda e, por fim, a seleção de materiais que serão utilizados para correta instalação de um padrão individual residencial em baixa tensão.

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Este artigo é uma continuação desses dois artigos anteriores, hoje estarei falando sobre principais materiais utilizados em um padrão de energia, sistemas de aterramento, eletrodutos, caixas de medição e de disjuntor e, com isso, terminará nossa série introdutória sobre padrão de energia.

Atenção: Com o novo RECON-LIGHT de Novembro de 2016 - alguns dados expressos aqui podem estar imprecisos. Sempre confirme os dados e as tabelas diretamente no RECON-Light-BT mais atualizado possível. 

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Há uma prática que a concessionária Light S.A tem praticado muito no Rio de Janeiro. Já aconteceu comigo, com meus pais, clientes meus e com muita gente conhecida.

A prática é a seguinte: Num mês a Light mede a sua energia, no outro não.

No mês que o leiturista não veio, a conta de energia vem com a cobrança mínima (ou seja, 30 kWh pro monofásico, 50 kWh ou 100 Kwh por trifásico).

No mês que o leiturista vem fazer a medição, constata o consumo daquele mês, mais o consumo não contabilizado do mês anterior.